O lugar das cobras

hp_camara_secreta_ampliada ” – Harry – disse Rony. – Diga alguma coisa. Alguma coisa em língua de cobra.

– Mas… – Harry se esforçou. As únicas vezes em que conseguira falar a língua das cobras foi quando estava diante de uma cobra real. Ele fixou o olhar na gravação minúscula, tentando imaginar que era real.

“Abra”, mandou.

Ele olhou para Rony, que sacudiu a cabeça.

– Nossa língua.

Harry tornou a olhar para a cobra, desejando acreditar que estivesse viva. Se ele mexia a cabeça, a luz das velas fazia parecer que a cobra estava se mexendo.

– Abra – repetiu.

Só que as palavras não foram o que ele ouviu; um estranho assobio lhe escapara da boca e na mesma hora a torneira brilhou com uma luz branca e começou a girar. No segundo seguinte, a pia começou a se deslocar; a pia, na realidade, sumiu de vista, deixando um grande cano exposto, um cano largo o suficiente para um homem escorregar por dentro dele.

Harry ouviu Rony soltar uma esclamação e levantou a cabeça. Decidira o que ia fazer.

– Vou descer – anunciou.”

Trecho do livro Harry Potter e a Câmara Secreta (Harry Potter and the Chamber of Secrets), de J. K. Rowling. Editora Rocco.

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